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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Finta - INICIAÇÃO AO MIMO E PANTOMIMA - Workshop de Ángel Fragua


INICIAÇÃO AO MIMO E PANTOMIMA
Workshop de Ángel Fragua


Sábado, 9 dezembro de 2017 das 9:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00 na Sala Orgânica

Oficina de mimo


Sobre mimo
O Mimo é a mais antiga arte performativa do mundo e ainda hoje atrai pessoas de uma forma muito profunda e intuitiva. Porquê? No seu retrato de emoção, pensamento e experiência através do corpo, o mimo transcende barreiras culturais, porque é baseado na expressão e não na aparência. O Mimo é uma linguagem espontânea.

Historicamente, o mimo passou através de diferentes formas, desde as Danças Primitivas às Pantomima gregas e romanas, desde a Commedia dell’Arte à tradição de Debureau, desde o Teatro Asiático às Escolas de Mimo Russas e Polacas, desde o Music Hall e Vaudeville ao Cinema... Durante séculos, tanto no Oriente como no Ocidente, muitos artistas e mestres contribuíram para a evolução desta forma de arte. A arte do mimo é um mundo multifacetado, às vezes totalmente silencioso e outras congratulando-se com o uso de música e texto falado.

Ficha Técnica

Programa (5h + 5h)
Aquecimento e Jogo.
Exercícios e manipulação de objetos imaginários.
Desenhos de espaços, ambientes e personagens com pantomima.
Improvisação de personagens criados em diferentes ambientes e espaços.
Trabalho individual: Improvisação de uma catástrofe.
Trabalho em equipa: Improvisações de histórias.
Mostra das improvisações e trabalho de aperfeiçoamento.

Número máximo de participantes: 20 (a partir dos 16 anos, com alguma experiência em representação teatral)

Preço: 12,50 €

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Finta - Borja Fernandez (Galiza) - SALVADOR


SALVADOR - RECONSTRUIR A VIDA DE UM EMIGRANTE GALEGO NO BRASIL
Borja Fernandez (Galiza)


Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2


Um espetáculo entre o teatro documental e a ficção teatral, com ênfase especial na combinação do texto, movimentos, música ao vivo e vídeo.

Salvador centra-se na figura dos avós galegos do autor, que emigraram em meados do século passado para a América do Sul. O espetáculo está centrado na misteriosa figura de Benito Fernandes Meirinho, avô de Borja Fernández, e no seu o impacto na história recente.

“Eu não conheci o meu avô. Morreu há 10 anos. Emigrou para o Brasil. Desapareceu. Em cada foto que vi dele parece sempre ser uma pessoa diferente. Reinventa-se a si mesmo. Mente. Oculta informação. Muitos emigrantes transformam-se, tal como o spam desta história. É como se o meu avô soubesse que alguém no futuro iria procurar por ele, e a sua maneira de esconder-se fosse a mudança da sua identidade, da sua história, brincando descuidadamente.”

Borja Fernández reconstruiu a vida do seu avô desconhecido com base em vários documentos, gravações de testemunhos de familiares de emigrantes, recortes de imprensa, noticias da internet, visitas ao terreno, localizações no mapa de antigas direções, gerando uma primeira escrita dramatúrgica. Com Uxía Vaello, trabalhou no sentido de construir uma obra teatral que sirva, também, como um documento da história da emigração galega.

PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível

Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€


Ficha Técnica

Ideia e criação: Borja Fernandez 
Direção: Borja Fernández e Uxía Vaello 
Asistência de direção: Diego Anido 
Assistência dramatúrgica: Claudio Días 
Textos: Manuel Cortés e Borja Fernández 
Audiovisiais e iluminação: Laura Iturralde 
Espaço sonoro: Borja Fernández, Pálida, Rosvita

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Finta - 'SILKA' E 'À RODA DA NOITE' - Cadernos de teatro ACERT


'SILKA' E 'À RODA DA NOITE'
Cadernos de teatro ACERT


Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 18:00 no Auditório 1

Apresentação dos dois primeiros cadernos de teatro ACERT. Um nascimento há muito anunciado.

Com a presença dos autores, José Rui Martins e Pompeu José, o elenco que participou em cada um dos espetáculos e equipa do Trigo Limpo e do coordenador editorial, João Maria André.

Ao longo dos 41 anos de existência, o Trigo Limpo teatro ACERT tem tido um percurso assinalado pela inventiva de textos dramáticos originais, obras inéditas criadas especialmente por autores para a Companhia e, principalmente, adaptações de textos literários que singularizam o trabalho teatral da ACERT. Era imperioso editar largas dezenas de textos teatrais que permitissem dar a conhecer à comunidade teatral o que foi tão emotivamente concebido, permitindo que os grupos possam, caso o desejem, revisitar à sua maneira estes textos com novas visões de encenação e interpretação. 
Nesta primeira etapa, os textos dos espetáculos “Silka” de Ilse Losa (estreado em 1989) e “À Roda da Noite”, adaptação livre de contos de Mia Couto (1992/93) ganharão a ribalta, num projeto que, anualmente, fará surgir novos textos.

A identidade destas publicações será conferida por uma narrativa de contextualização da adaptação, confidenciando segredos inerentes à razão da sua aparição e à especificidade da montagem teatral. Sempre deixando em aberto e não condicionando possíveis adaptações, proporcionando aos espetadores/leitores um contacto e maior conhecimento dos meandros teatrais.

Estes cadernos teatrais terão a coordenação editorial de João Maria André, um estudioso e conhecedor “mestre” da matéria. É com contentamento que novos filhos irão ver a luz do dia, sendo para a ACERT gratificante, nesta ocasião, a identificação com a “Canção da Paciência” de José Afonso que começa assim:

Muitos sóis e luas irão nascer
Mais ondas na praia rebentar

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Finta - MARIANA PINEDA A Barraca


MARIANA PINEDA
A Barraca


Quinta-feira, 7 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 1




Celebrar García Lorca e a Abolição da Pena de Morte com o espetáculo "Mariana Pineda", baseado na vida e lenda de Mariana Pineada Mufioz. Em toda a União Europeia, Mariana Pineda é bandeira da Liberdade.

Escolhemos para celebrar Garcia Lorca e a Abolição da Pena de Morte a peça Mariana Pineda baseada na vida e lenda de Mariana Pineda Mufioz. Em toda a União Europeia Mariana Pineda é ban deira de Liberdade. Figura destacada da resistência liberal à tira nia de Fernando VII na Espanha do séc. XIX. Levada ao garrote a 26 de Maio de 1831, ficou esse dia assinalado como símbolo da luta pela liberdade das mulheres e igualdade de género.

O espectáculo de Garcia Lorca estreou-se em 1927 exactamente há 90 anos. Escrita pelo poeta entre 1923 e 1925, a obra teve a
sua primeira montagem dirigida pelo autor, com cenário de Salvador Dali, sendo a protagonista a grande actriz catalã, intérprete maior de Lorca, Margarita Xirgu, ambos amigos pessoais de Lorca e colaboradores da Companhia La Barraca. O Autor evitou o tratamento político da protagonista, fazendo dela uma personagem romântica, uma amorosa de profundo recorte ético.

Garcia Lorca quis criar uma heroína da Liberdade em tempo de opressão. Mas vestiu o texto político com uma história de amor. Amor que se ergue contra o abuso do homem sobre a vontade da mulher, amor à Liberdade que prefere a morte a ceder à prepotência. A Guerra Civil de Espanha e o assassinato de Federico Garcia Lorca fizeram com que Margarita Xirgú actriz preferida de Federico se exilasse na América Latina onde apre sentou o seu trabalho em Cuba, Argentina, México, Chile e Uruguai. É neste país que a actriz fixa residência, cria uma escola de Teatro que vem a ter o seu nome. É nesse pais que representa Mariana Pineda até ao fim dos seus dias. Sem nunca mais ter voltado a Espanha.

A peça foi proibida na Espanha de Franco e no Portugal de Salazar e Caetano. Não tendo sido montada durante os quarenta anos que se seguiram à sua estreia. Só no ano de 196 7 Mariana Pineda voltou ao palco com Maria Dolores Pradera na protagonista, no Teatro Marquina de Madrid. Em Portugal só em 1975 foi levada a cena pelo Teatro Hoje sob a direcção de Fiama Hasse Pais Brandão. Não voltando a ser representada até hoje.

A Barraca ao criar este espectáculo está a focar duplamente o tema da Pena de Morte uma vez que a sua heroína foi condenada ao garrote vil por Fernando VII e o seu autor foi assassinado pela tropa franquista no início da Guerra Civil de Espanha.

Juntamo-nos assim à Câmara Municipal de Lisboa para comemorar os 150 anos da Abolição em Portugal dessa funesta prática e valorizando o histórico contributo do nosso País para esse Acto Inaugural da mudança do papel do homem no mundo, seus direitos e deveres.

MARIA DO CÉU GUERRA



PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível

Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€





Ficha Técnica

Texto de Frederico Garcia Lorca
Encenação Maria do Céu guerra
Assistente de encenação Rita soares
Tradução Miguel Martins
Interpretação: Rita Lello, João Maria Pinto, Adérito Lopes, Adriana Queiroz, Mariana Abrunheiro, Paula Guedes, Rúben Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas, Carolina Medeiros, Cláudio Castro e Henriques Abrantes
Cenografia Miguel Figueiredo
Figurinos Maria do Céu Guerra
Costureira Alda Cabrita
Música original Pato
Técnicos de Luz Paulo Vargues, Fernando Belo
Técnico de Som Ricardo Santos
Vídeo Paulo Vargues
Mestre Carpinteiro Mário Dias
Design gráfico e Cartaz Arnaldo Costeira
Imagem de Cartaz Mimi Tavares
Fotografia Ricardo Rodrigues
Relações Públicas e Produção Inês Costa, Paula Coelho e Rita Soares
M/12

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Finta - CIRCANELO Fredi y Cía (Galiza)


CIRCANELO
Fredi y Cía (Galiza)
Sábádo, 2 dezembro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT


O circo a mostrar o seu potencial multidisciplinar, contando com a participação do público para desencadear o riso

Teatro gestual, dança, acrobacia, malabarismo e outras disciplinas circenses, como o mimo, combinam-se para criar uma história absurda, louca, sobre um artista que quer apresentar o seu número a todo o custo e demonstrar ao seu amado público aquilo de que é capaz. Nessa tentativa, a personagem encontrará uma série de obstáculos que vai contornar de forma algo peculiar, ajudado, em algumas ocasiões, pela participação do público, sempre num registo de clown.
Esta obra venceu o Festival Internacional de Clown (Festiclown) em 2006.

Entrada gratuita