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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Finta - 'SILKA' E 'À RODA DA NOITE' - Cadernos de teatro ACERT


'SILKA' E 'À RODA DA NOITE'
Cadernos de teatro ACERT


Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 18:00 no Auditório 1

Apresentação dos dois primeiros cadernos de teatro ACERT. Um nascimento há muito anunciado.

Com a presença dos autores, José Rui Martins e Pompeu José, o elenco que participou em cada um dos espetáculos e equipa do Trigo Limpo e do coordenador editorial, João Maria André.

Ao longo dos 41 anos de existência, o Trigo Limpo teatro ACERT tem tido um percurso assinalado pela inventiva de textos dramáticos originais, obras inéditas criadas especialmente por autores para a Companhia e, principalmente, adaptações de textos literários que singularizam o trabalho teatral da ACERT. Era imperioso editar largas dezenas de textos teatrais que permitissem dar a conhecer à comunidade teatral o que foi tão emotivamente concebido, permitindo que os grupos possam, caso o desejem, revisitar à sua maneira estes textos com novas visões de encenação e interpretação. 
Nesta primeira etapa, os textos dos espetáculos “Silka” de Ilse Losa (estreado em 1989) e “À Roda da Noite”, adaptação livre de contos de Mia Couto (1992/93) ganharão a ribalta, num projeto que, anualmente, fará surgir novos textos.

A identidade destas publicações será conferida por uma narrativa de contextualização da adaptação, confidenciando segredos inerentes à razão da sua aparição e à especificidade da montagem teatral. Sempre deixando em aberto e não condicionando possíveis adaptações, proporcionando aos espetadores/leitores um contacto e maior conhecimento dos meandros teatrais.

Estes cadernos teatrais terão a coordenação editorial de João Maria André, um estudioso e conhecedor “mestre” da matéria. É com contentamento que novos filhos irão ver a luz do dia, sendo para a ACERT gratificante, nesta ocasião, a identificação com a “Canção da Paciência” de José Afonso que começa assim:

Muitos sóis e luas irão nascer
Mais ondas na praia rebentar

Finta - AS FILLAS BRAVAS Chévere (Galiza)


AS FILLAS BRAVAS
Chévere (Galiza)
Quinta-feira, 7 dezembro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT



As relações de género e os papéis da mulher na sociedade tradicional refletidos nos versos do cancioneiro popular galego


As fillas bravas são três mulheres que tocam e cantam o que lhes dá na gana como antes o fizeram a sua mãe e a mãe da sua mãe, porque todas são filhas do vento, mulheres de andar a pé pelo tojo, orgulhosas de virem de trás das silvas, cantoras de uma estirpe de vozes furtivas que berram entre as raposas.

Com esta peça, Chévere continua a explorar as possibilidades de um teatro com perspetiva de género, dando continuidade a trabalhos que questionaram a rigidez dos géneros (Testosterona), que reivindicaram as vozes silenciadas de uma força de trabalho feminina que continua a erguer impérios na era da globalização (Citizen), que promoveram uma leitura crítica dos valores machistas transmitidos pelas canções românticas (I’ll be watching you).

Nessa linha, As Fillas Bravas vêm afirmar modelos empoderados de mulher, ligados a expressões culturais tradicionais que escondem gritos emancipatórios e cantos de rebeldia insuspeitos.

As Fillas Bravas é também um trabalho de investigação sobre a sexualidade, as relações de género e os papéis da mulher na sociedade tradicional que aparecem refletidos nos versos do cancioneiro popular galego.

Entrada gratuita


Ficha Técnica:
Em cena: Patricia de Lorenzo, Mónica García, Arantza Villar
Dramaturgia e direção: Xron 
Escrita: Manuel Cortés 
Caracterização: Fany Bello 
Técnica de igualdade: Raquel Piñeiro 
Produção executiva: Patricia de Lorenzo

Uma produção Chévere, com o apoio do Concello de Teo e Agadic.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Finta - TIA GRAÇA d'Orfeu


TIA GRAÇA
d'Orfeu


Quarta-feira, 6 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2

Toda a Gente devia ter uma


Maria Virgínia da Graça nunca aprendeu uma nota de música do tamanho de um comboio. Nem ela, nem a mãe, nem as irmãs, nem nenhuma mulher lá de casa. Pelo contrário, todos os homens da família são músicos. Nunca teve filhos, por isso foi mãe do avô, mãe do pai, mãe dos irmãos e agora é mãe dos próprios sobrinhos. Tudo músicos. Hoje, viajada e muito vivida, a Tia Graça está surda que nem uma porta. O que, numa família destas, tem muita graça. Um espetáculo que homenageia as mulheres que vivem nos bastidores das vidas de tantos músicos, a lavar, a coser, a passar, a cozinhar, a mimar. E sempre à espera. Toda a gente devia ter uma Tia Graça.

“Tia Graça” é um espetáculo de autor, concebido e interpretado por Luís Fernandes, a par de um extraordinário trio de jovens instrumentistas da nova vaga. O inusitado naipe de sopros que acompanha, ao vivo, as canções originais (oboé, fagote e eufónio) traz ao espetáculo as reminiscências filarmónicas que ilustram o contexto familiar da vida da personagem central, mas com uma transversal e sofisticada linguagem musical para todas as idades.

PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível

Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€


Ficha Técnica:
Voz e Interpretação: Luís Fernandes 
Oboé: Telma Mota 
Fagote: Inês Moreira Coelho 
Trombone: Beatriz Mendes 
Músicas: Manuel Maio 
Letras: Luís Miguel Fernandes 
Cenografia: enVide neFelibata (Marionetas de Mandrágora)

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Finta - CATRE Esculturas de Nico Nubiola


CATRE
Esculturas de Nico Nubiola


Quarta-feira, 6 dezembro de 2017 às 21:00 na Galeria ACERT
Até 9 dezembro de 2017

Mural escultórico portátil de medidas variáveis



Catre é uma imensa cama escultórica e fragmentada, um grande mural de lençóis e corpos, uma cama-mundo poética e contaminada, uma metáfora do mar que nos toca viver, onde os panos-ondas sustentam o desconcerto da nossa própria existência; o trapo com que lavamos a nossa auto-destruição; finalmente, coincidimos com o nosso próprio lixo no mesmo catre onde pretendemos descansar; impossível fugir desta dura realidade; o resultado da nossa tentativa não consegue melhorar a nossa vida; a pele ferida no edredão; a nossa (ir)responsabilidade acusa-nos; o nosso destino, está escrito?


Algumas reflexões sobre o meu trabalho

A liguagem do corpo contém uma espécie de mistério, um segredo denso e quase inesgotável que não tem nada que ver com a anatomia. O relevo interessa-me especialmente, porque se alimenta da perspetiva, que é um atributo do desenho que não existe na escultura e que traz um elemento de distorsão que me parece muito rico e expressivo. Suponho que o ritmo que me é imposto pelo talhar da madeira coincide de um modo muito exato com o meu ritmo mental, e por isso acabou por ser o meu meio habitual.

A policromia com lápis de cor traz uma certa vibração muito natural. É uma técnica muito económica, que descobri por acaso, e que tem uma lógica esmagadora.

Entrada gratuita


Inauguração: 6 de dezembro de 2017 às 21:00

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Finta 2017 - Trigo Limpo Teatro ACERT


SENTADA NO ESCURO - ESTREIA
Trigo Limpo Teatro ACERT


Quinta-feira, 30 novembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2
Sexta-feira, 1 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2

A memória enquanto ficção no novo espetáculo do Trigo Limpo, a partir de António Lobo Antunes
Neste espetáculo vamos contar a história de uma mulher de 78 anos que veio de Faro para Lisboa quando ainda era nova, para ser atriz. Ali chegará a ter uma carreira, acidentada, até que começa a perder a memória. De umas brancas que motivam o seu despedimento até um poético e solitário existir interior, há todo um percurso de degenerescência onde as recordações se baralham, criando uma narrativa ficcional substituta da própria realidade. E é essa a narrativa do espetáculo. O que se passa na cabeça daquela mulher. A maneira como ela vê a fase terminal da sua vida.
Este é o segundo trabalho que o Trigo Limpo teatro Acert faz a partir de António Lobo Antunes. Já em 2000 construímos “Cadeiras”, um cruzamento de partes da sua obra.
Agora voltamos a ele porque estamos certos de que António Lobo Antunes descreve como ninguém personagens fulcrais da nossa portugalidade.
PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível
Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€

Ficha Técnica
Texto - a partir de “para aquela que está sentada no escuro à minha espera” de António Lobo Antunes
Dramaturgia e encenação – Pompeu José
Interpretação – António Rebelo, Ilda Teixeira, Pedro Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos
Cenografia e design gráfico – Zé Tavares
Música – Gustavo Dinis e Uhai
Figurinos – Adriana Ventura
Vídeo – Alberto Plácido
Desenho de luz – Paulo Neto
Sonoplastia – Luís Viegas
Assistência – Ricci-Li Alexandre, Iván Dávila Grande e Deolindo Pessoa
Produção – Marta Costa e Rui Coimbra