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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

“Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro: 25 anos de imagens” em exposição



“Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro: 25 anos de imagens” em exposição de 1 a 14 de dezembro

Sábado, dia 1 de dezembro, pelas 18h00, o Coral TAB inaugura, na Loja Galeria de Artes (Piso 0) do centro comercial Forum Barreiro, a exposição «Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro: 25 anos de imagens». Patente ao público até 14 de dezembro, esta mostra comemorara/relembra o percurso do grupo Coral, fundado em 1993.

Nesta exposição nasce a afinidade, na vida e no trabalho, cujos acordes constituem o fiel resultado desse percurso. Acordes são notas diferentes que, tocadas ao mesmo tempo, produzem um único som. No caso desta exposição, o som provém da passagem de um quarto de século de existência e dos sons que se foram reproduzindo.

O Coral TAB foi fundado em janeiro de 1993, a partir de um núcleo de trabalhadores da Câmara Municipal do Barreiro. Iniciou os seus ensaios regulares em 27 de janeiro de 1994 com uma formação inicial de 23 elementos, distribuídos pelos habituais naipes de sopranos, contraltos, tenores e baixos. A apresentação pública do Coral TAB ocorreu em 15 de julho de 1994, sob a forma de um ensaio público, realizado no Auditório daBiblioteca Municipal.

O primeiro concerto teve lugar no dia 1 de Dezembro, do mesmo ano, sendo esta data a escolhida para assinalar o seu aniversário. No Natal desse ano, participou com várias atuações no programa de concertos de Natal realizados no concelho do Barreiro.

O Coro tem desenvolvido, ao longo destes 25 anos, várias iniciativas culturais no âmbito da música coral. Estas iniciativas têm contribuído, não só para valorizar os trabalhadores das autarquias envolvidos, mas também outros elementos da comunidade barreirense.

Procurámos uma forma diferente do habitual para assinalar as Comemorações do primeiro quarto de século, e nesse sentido temos levado a cabo um conjunto de iniciativas e projetos ao longo deste ano 2018.

Um dos projetos em que apostámos, foi a realização desta exposição de fotografia, que celebra este longo percurso de 25 anos. A Exposição deseja dar ênfase a alguns dos projetos mais relevantes, mas o espaço temporal já é tão abrangente que se tornou difícil apontar todos os momentos.

CMS

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Barreiro - Exposição “Traçados Industriais” no Mercado 1º de Maio


Exposição “Traçados Industriais” no Mercado 1º de Maio

A exposição "Traçados Industriais", de Margarida Pereira, será inaugurada no dia 17 de novembro, sábado, 15h00, no Mercado Municipal 1º de Maio. Estará patente ao público até 14 de dezembro. 

Sinopse

“À distância de uma travessia pelo Tejo, o Barreiro, detém uma paisagem industrial à qual dificilmente se fica indiferente. Um lugar de memória, onde prevalecem fragmentos do que foram histórias em torno da indústria. As fábricas, as escolas, as casas; os complexos industriais que alimentaram vidas.

No caminho, as chaminés de riscas encarnadas e brancas avistam-se ao longe. As centenas de tubos que se curvam nas coberturas, quase de modo aleatório. Os telhados pontiagudos que formam padrões. Os conjuntos coloridos e díspares, que surpreendentemente convivem tão bem e se tornam um todo.

A proximidade revela-nos o cenário onde se enraízam estes edifícios. O palco que é terra, cheio de tonalidades. E o fundo, constante e apaziguador; o Rio.

Estar perto, faz-nos perceber que estas são arquiteturas anónimas e despidas de qualquer superfluidade. Muitas em decadência e, portanto, cada vez mais nuas. Mas, é esta honestidade que cativa. Que revela. Que coloca a descoberto o seu propósito e vivência.

Este trabalho retrata algumas destas perceções que foram adquiridas durante o percurso pelo parque industrial do Barreiro. Revela, também, este fascínio pela paisagem arquitetónica industrial”.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois”


Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois” no Espaço Memória de 9 de novembro a 10 de janeiro

O Espaço Memória, no Barreiro, vai acolher a Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois”. Com inauguração agendada para dia 9 de novembro, às 18h00, esta mostra estará patente ao público de 9 de novembro a 10 de janeiro 2019.


Esta exposição resulta de uma parceria da Associação Cultural Ephemera – Arquivo de José Pacheco Pereira, Museu do Aljube, Câmara Municipal do Barreiro e Baía do Tejo.

O Espaço Memória, equipamento municipal, encontra-se na Rua 17, nº 10, Parque Empresarial da Baía do Tejo. Telefone: 21 206 81 85. Endere3ço eletrónico:espacomemoria@cm-barreiro.pt.

Barreiro, 5 novembro de 2018
A reprodução textual – integral ou parcial – desta informação implica a referência da sua autoria: CMB
A utilização da imagem implica a referência da sua autoria: CMB
Divisão de Comunicação Relações Públicas e Protocolo | Rua Miguel Bombarda | 2834-005 Barreiro
Tel.: 911 055 971 | www.cm-barreiro.pt | e-mail: dcrpp@cm-barreiro.pt

sábado, 27 de outubro de 2018

Acert - Exposição - OUTROS CARTOONS de Luís Afonso



OUTROS CARTOONS
Luís Afonso
Exposição

Galeria ACERT
De 6 de outubro a 8 novembro

Uma mostra de trabalhos menos conhecidos do autor de Bartoon, Barba e Cabelo e A Mosca. São 50 as obras expostas que pode ver na galeria da ACERT 

Luís Afonso (1965, Aljustrel) Com formação académica em Geografia (Universidade de Lisboa, 1988), foi professor da disciplina e trabalhou em projetos de desenvolvimento local/regional até 1995. A partir desse ano dedicou-se exclusivamente aos cartoons, atividade que havia iniciado 10 anos antes. Colabora em vários órgãos de comunicação social, sobretudo na imprensa, com tiras diárias nos jornais Público (Bartoon), A Bola (Barba e Cabelo) e Jornal de Negócios (AS), mas também na rádio e na televisão, com uma rubrica diária na Antena 1 e RTP (A Mosca). É autor e oito livros de cartoons, sete como autor integral e outro como argumentista. Em 2012 estreou-se na ficção com O Comboio das Cinco, a que se seguiu, em 2016, O Quadro da Mulher Sentada a Olhar Para o Ar Com Cara de Parva e outras histórias, ambos editados pela Abysmo. Em 2017 publicou o conto “Chez Hippolyte” na edição portuguesa da revista Granta.


Entrada gratuita.


Ficha Técnica

Inauguração e conversa com o autor moderada por Nuno Santos Cash: 6 de outubro, às 18:00
De 6 out. a 8 nov.
Galeria ACERT · Entrada Gratuita

terça-feira, 19 de junho de 2018

FEST e A OFICINA promovem exposição sobre o tema Fronteira


FEST e A OFICINA promovem exposição


Respondendo ao desafio lançado pelo FEST – Festival Novo Cinema, Novos Realizadores, a Oficina apresenta uma exposição de pinturas que olha o tema da edição deste ano do festival: Fronteiras. Um conjunto de pinturas e instalações vão espelhar a visão única e pessoal de cada um dos artistas envolvidos. Os trabalhos resultam de um processo de alguns meses através do qual vinte artistas se dedicaram à produção de objetos artísticos que representassem a sua própria visão do conceito de fronteira, dando assim espaço ao pensamento e à expressão dessas diferentes visões A exposição traduz assim uma diversidade de estilos e linguagens, que é uma das marcas distintivas da forma de trabalhar neste atelier com a coordenação de Laura Bártolo. A mostra estará patente no Centro Multimeios de Espinho durante toda a duração do festival. 

A funcionar desde 2005 a Oficina das Artes oferece um conjunto de atividades formativas à medida de cada aluno onde são exploradas as mais diversas técnicas das artes plásticas, num ambiente de experimentação e desenvolvimento pessoal. Este atelier, coordenado pela artista plástica Laura Bártolo, é frequentado por alunos de todas as idades e tem vindo a destacar-se na área da educação, produção e promoção das artes plásticas em Espinho.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Inauguração da Exposição “A Muleta do Tejo – Recuperar Memórias”


Inauguração da Exposição
“A Muleta do Tejo – Recuperar Memórias”

O Espaço Memória recebe, até 19 de agosto, a Exposição “A Muleta do Tejo – Recuperar Memórias”. Na inauguração, inserida na programação do Dia Internacional dos Museus, a 18 de maio, o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa, salientou que a muleta “é uma imagem de marca do Concelho”.

Histórias, Vivências e artefactos que integram o património material e imaterial do Barreiro estão representados nesta exposição iconográfica da embarcação tradicional do Rio Tejo. A mostra está patente de terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. As Visitas Guiadas podem ser efetuadas mediante marcação para o número 21 206 81 85.

Considerando a mostra “um trabalho excecional”, o Presidente da CMB fez um agradecimento a todos os envolvidos na construção desta exposição e referiu que a muleta, “um dos símbolos maiores do Barreiro”, deverá estar a navegar, previsivelmente, em julho.

O Técnico da CMB, António Camarão, explicou quais os tipos de muleta do Tejo que existiam, as suas funções e a sua história e apresentou aos presentes todas as áreas da exposição.

A inauguração da exposição estiveram presente, além do Presidente da CMB, os Vereadores João Pintassilgo, Sara Ferreira, Rui Braga, o Presidente da Assembleia Municipal, André Pinotes Batista, e a Presidente da UF Barreiro e Lavradio, Gabriela Guerreiro.

A programação do Dia Internacional dos Museus incluiu também o Debate “Património Industrial como gerador de Conhecimento”, no Museu Industrial da Baía do Tejo (BT). Este evento contou com a presença da Vereadora da CMB responsável pela Cultura, Sara Ferreira, do Vogal Executivo do Conselho de Administração do Parque Empresarial BT, Sérgio Saraiva, Leal da Silva e Condinho de Araújo, ligados à CUF, e Pedro Costa, professor do ISCTE, como moderador. Esteve, ainda, na sessão, o Vice-Presidente da CMB, João Pintassilgo.

A encerrar a noite, no Edifício A4, junto ao mural de VHILS assistiram-se a sessões de cinema integradas no “Circuito Itinerante Arquiteturas Film Festival 2017 – Barreiro” - Trienal de Arquitetura de Lisboa.

CMB 2018-05-21

terça-feira, 15 de maio de 2018

A CERÂMICA OCUPA A GALERIA DA ACERT

A CERÂMICA OCUPA A GALERIA DA ACERT
CERAMISTAS EM DIÁLOGO COM O MOVIMENTO MAIO 68
Exposição

Galeria ACERT
Sáb, 5 maio de 2018 às 21:00

Galeria ACERT
De 5 de maio a 24 de junho de 2018

Convidados do núcleo de ceramistas da ACERT (NCA) foram desafiados a realizar um elemento cerâmico de característica individual a partir das frases das ruas de Paris com vista a integrarem uma exposição colectiva. 

Como processo de trabalho foi a leitura do livro “Les Murs Ont la Parole - Journal mural Mai 68” de de Julien Besancon, que reuniu muitas das frases escritas nas paredes da cidade e que simbolizaram a ruptura com o status quo.
Esta ruptura e a forma de pensar que foi o ícone de um movimento onde a renovação dos valores acompanhou as referencias de uma cultura jovem, estudantil, operária, por oposição ao que existia serão o mote para uma exposição na Galeria ACERT que convidará à reflexão sobre os valores defendidos e propostos à 50 anos, e sobre a sua pertinência ou relevância nos dias de hoje.

Cada ceramista escolhendo uma frase/pensamento/provocação do livro irá construir uma peça que com ela fará um diálogo que pode assumir formas concordantes ou discordantes, irónicas ou panfletárias.

Entrada gratuita.


Ficha Técnica

Inauguração: Sáb, 5 de maio de 2018 às 21:00
Galeria ACERT
Até 24 de junho de 2018

Lista de Ceramistas:
Alberto Azevedo, Ana Lousada, Carlos Lima, Carlos Neto, Cristina Vilarinho, João Gomes, José Machado Pires, Miguel Neto, Ricardo Lopes, Vasco Baltazar/Zita Rosa e Xana Monteiro.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Exposição “Flor de Abril” na Biblioteca Municipal do Barreiro


Exposição “Flor de Abril” na Biblioteca Municipal do Barreiro

A exposição “Flor de Abril” encontra-se patente ao público até 2 de junho, na Biblioteca Municipal do Barreiro.

A mostra é baseada no livro “A Flor de Abril – Uma História da Revolução dos Cravos”, de Pedro Olavo Simões, com ilustrações de Abigail Ascenso.

Em "A Flor de Abril", o autor “conta aos mais novos os acontecimentos do 25 de Abril, usando uma linguagem simples e expressiva. Um pai explica ao filho como um cravo vermelho no cano de uma espingarda se fez símbolo da alvorada de um novo Portugal”.

CMB 2018-04-26

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Parques de Sintra promove exposição coletiva de fotografia “Significação: Outras Imagens do Jardim”


De 5 de maio a 3 de junho
Parques de Sintra promove exposição coletiva de fotografia “Significação: Outras Imagens do Jardim”

- Mostra vai estar patente no MU.SA – Museu das Artes de Sintra
- Exposição exibe trabalhos de quatro artistas
- Iniciativa pretende fomentar novos olhares sobre o património histórico



Sintra, 19 de abril de 2018 – A Parques de Sintra inaugura no dia 5 de maio, no MU.SA – Museu das Artes de Sintra, a exposição coletiva de fotografia “Significação: Outras Imagens do Jardim”. A mostra exibe o trabalho de quatro artistas, vencedores do concurso lançado pela empresa no final de janeiro, e vai estar patente até 3 de junho.

Tomando os jardins, parques e tapadas sob gestão da Parques de Sintra como o campo de trabalho, a exposição pretende fomentar novos olhares sobre o património histórico, estimulando e apoiando a produção artística contemporânea e a sua fruição pelos diversos públicos.

Das propostas submetidas a concurso, o júri – composto por Marc Lenot, crítico de arte e autor, Isabel Capeloa Gil, reitora e diretora do programa internacional de Culture Studies da Universidade Católica Portuguesa, e Sérgio B. Gomes, crítico de fotografia e jornalista do Público – elegeu quatro vencedores: António Castanheira, Camille Aboudaram, com o projeto “Moonscape Reverie”, Lorena Travassos, com o projeto “Nó”, e Mané, com o projeto “Naturezas porcas”.

Para o júri, os artistas selecionados destacaram-se por questionarem “a ontologia do jardim e a sua ligação com o processo fotográfico”. António Castanheira “propôs fotografias que apresentam uma teatralização das estátuas do jardim como sinais de poder”, Camille Aboudaram optou por “uma intervenção gráfica dentro da própria fotografia, realizando um trabalho colorido e falsamente decorativo”, Mané abordou “a dimensão sensual do jardim”, “suscitando questões sobre a fronteira ética e (i)moral que separa o erótico do pornográfico; o sagrado do obsceno; ou perverso do natural”, enquanto Lorena Travassos deu “enfâse ao processo fotográfico”, “realizando fotografias efémeras transferidas para as folhas das árvores encontradas nos parques”.

“A variedade e a riqueza destas propostas abrem novos olhares sobre a fotografia de jardim. Entre sentimento, teatralidade, questionamento e processo, estes fotógrafos demonstram talento, criatividade e capacidade a trabalharem fora do campo tradicional”, resumiu o júri.

A exposição pode ser vista no MU.SA – Museu das Artes de Sintra, de terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00, e ao sábado e domingo, das 14h00 às 20h00.


Os artistas

António Castanheira
Vive e trabalha em Lisboa.
Formado em Arquitetura e Pós-graduado em Teoria da Arquitetura, fez formação em pintura na MArt, com Paulo Brighenti, em gravura com Ana Natividade e, mais recentemente, em fotografia no Ar.Co, com orientação de Gonçalo Salema.

Ao longo do tempo passou por formações fugazes em cinema, vídeo e desenho com, entre outros, Paulo Rocha, Wasted Rita, Ana Rito e José Maçãs de Carvalho.

Teve considerável atividade docente em inúmeras disciplinas artísticas, culminando na Escola António Arroio, onde foi alvo de um louvor escrito pela sua atividade complementar.

Camille Aboudaram
Camille Aboudaram (1989) é natural de Lyon, cidade onde cresceu, e está atualmente estabelecida em Lisboa. Obteve a sua licenciatura em Fotografia e Ilustração na University of East London. Já expôs na Inglaterra, Estados Unidos (Califórnia) e em Portugal. O seu primeiro photobook, intitulado (We are) the gostly others, foi publicado em Setembro de 2014, em Portugal, sob a forma de publicação de autor.

A sua prática fotográfica, frequentemente experimental, centra-se fundamentalmente na fotografia de autor e de paisagem, incorporando técnicas de ilustração quando relevante. Combina a fotografia com processos artesanais como a costura/tecelagem e ainda outros materiais e técnicas de impressão alternativos. Na sua prática de ilustração, emprega uma variedade de diferentes técnicas, tais como colagem, desenho manual, ilustração computadorizada, ou técnicas várias de gravura.

O seu trabalho aborda temas como a marginalidade, a identidade e alteridade, bem como a cultura popular e a ideia de arte acessível. A poesia e o humor são presença essencial no seu trabalho.

Lorena Travassos
Frequenta o Doutoramento em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa (FCSH), com bolsa da CAPES, Brasil (Edital de Doutorado Pleno no Exterior).

Desenvolve pesquisa sobre fotografia e subjetividade, especificamente relacionada com a fotografia contemporânea portuguesa. É Mestre em Comunicação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba. Trabalhou como pesquisadora iconográfica para as revistas Scientific American, História Viva e Mentes&Cérebro.

É fotógrafa e integra o Grupo de Pesquisa em Mídia Portátil, Produção de Conteúdos Interativos (MPg) da UFPB (Brasil)/ UA (Portugal) e Grupo de Discussão em Fotografia sob orientação da Prof. Dra. Margarida Medeiros e investigadora do CIC.DIGITAL (FCSH-UNL).

Mané
Licenciou-se em Arte Multimédia (percurso de performance e instalação), distinguida com a Bolsa de Mérito 2009/10 da Universidade de Lisboa e o prémio BPI/FBAUL 2010. Também é licenciada em Saúde Ambiental e Pós-graduada em Design Urbano e Arte Pública. Este background continua a produzir grande influência no trabalho que produz onde, frequentemente, são exploradas as relações entre arte e ambiente.

Participou no Festival de Landart de Cascais 2010 e na Residência Artística para Creadores de Iberoamérica en México, financiada pelo Consejo Nacional para la Cultura y las Artes, tendo exposto no Museo Diego Rivera-Anahuacalli e no Centro Cultural de España no México. Integrou a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2009 na categoria de Artes Plásticas.


Informações úteis:
Horário: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00, e aos sábados e domingos, das 14h00 às 20h00. Encerra à segunda-feira e aos dias feriados.
Bilhetes: 1€. Desconto de 50% para: munícipes, portadores de Cartão jovem, reformados / aposentados, estudantes de qualquer grau de ensino, funcionários da CMS e familiares em linha reta quando acompanhados pelo mesmo e grupos organizados desde que efetuem marcação prévia. Isenção de pagamento para: professores ou auxiliares integrados na realização de ações educativas promovidas pelos Museus Municipais. Entrada Gratuita até aos 14 anos.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Inauguração da Exposição “Portugal Futurista 1917-2017”



A mostra, promovida pela Câmara Municipal do Barreiro e pelo Agrupamento de Escolas de Casquilhos, estará patente ao público de 13 abril a 20 maio e faz a evocação do centenário da publicação desta revista literária e artística que marcou o Modernismo português.

A revista “Portugal Futurista”, cujo número único foi publicado em novembro de 1917, pretendia ser a voz do autodesignado Futurismo português.
A este grupo pertenciam os “artistas e poetas futuristas” do grupo de Orpheu, Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e Raul Leal, entre outros, que participaram na revista com poemas e textos críticos.
Para além deles, a revista apresentava também colaborações de individualidades proeminentes do Futurismo internacional, tais como Marinetti, Boccioni, Apollinaire e Blaise Cendrars, entre outros.
Após a sua distribuição nas bancas em Lisboa, todos os exemplares da revista foram apreendidos pela polícia a pretexto da “linguagem despejada” utilizada por Almada Negreiros no texto “Saltimbancos”.
Para além de textos de crítica artística e literária, a revista incluía seis obras plásticas de Santa Rita Pintor e Amadeo de Souza-Cardoso reproduzidas a preto e branco.

De forma a evocar o centenário da revista, os alunos de artes recriam as referidas obras nos seus materiais originais, enquadrando-as noutras obras significativas dos “futuristas” portugueses que marcaram aquela época do Modernismo nacional.

CMB 2018-04-10

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Luís Artur Cardoso Pereira - Exposição de Pintura na Casa-Museu Medeiros e Almeida



Luís Artur Cardoso Pereira inaugura exposição de pintura sobre o tema “ditados populares e situações”, dia 10 de Abril, 18 e 30, na Casa-Museu Medeiros e Almeida, Rua Rosa Araújo 41, Lisboa.
Trata-se de um conjunto de óleos alusivos à sabedoria popular e às situações de vida, quotidianas ou intemporais, vistas pela linguagem da pintura.
Fica patente na Casa-Museu até 30 de Abril, dias úteis e sábados, encerra ao domingo, das 10 às 17 horas.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

ACERT - Miguel Valle de Figueiredo FOTOGRAFIA


Miguel Valle de Figueiredo

FOTOGRAFIA



O presidente da Câmara Municipal de Tondela, a ACERT e o fotógrafo Miguel Valle de Figueiredo, vêm convidar V. Exa para a abertura da exposição “Cinzas”, a ter lugar na Galeria ACERT, no dia 24 de Fevereiro de 2018 às 21:00. 

O Miguel, na sua proposta, não quis usar os artifícios da fotografia para criar um discurso artístico, mas sim para ilustrar de forma marcante a nossa memória colectiva, numa lógica de prevenção e proteção da identidade de um território que urge preservar. Além do mais quis também dar o seu contributo enquanto criador, para a reconstrução possível das vidas destruídas. Por isso, o resultado desta exposição será objeto de uma venda solidária para recolha de fundos para apoio às vitimas dos incêndios.

Miguel Torres
Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Tondela


Inauguração: sábado, 24 de fevereiro de 2018 às 21:00
Até 31 de março na Galeria ACERT



Miguel Valle de Figueiredo é fotógrafo profissional desde 1986, desenvolvendo a sua atividade nas áreas industrial, de engenharia/ arquitetura e editorial. Foi cofundador da revista Volta ao Mundo e diretor de fotografia da Evasões. Em 1997 foi galardoado com o Fuji-European Press Award na categoria de Grande Reportagem. No plano editorial, o seu trabalho pode ser ainda ser visto em diversas publicações nacionais e internacionais. 


Às 21:45 do mesmo dia no Auditório 1 do Novo Ciclo ACERT apresentar-se-à Filipe Melo "NU PALCO"



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

ACERT - A BELEZA QUE NÃO É SÓ MINHA....



A BELEZA QUE NÃO É SÓ MINHA.... 
Exposição


Uma exposição que convoca o olhar para a beleza do corpo e do tempo que sobre ele vai passando 

A exposição fotográfica A Beleza que não é só minha… é o resultado de um trabalho de dois anos com os alunos da Universidade Sénior de Tondela, na disciplina de Gerontologia Social. Trabalhámos neste período a visão de mundo, o papel que cada um ocupa na sociedade, as escolhas que são feitas ao longo da vida, de forma consciente e inconsciente, os conceitos e preconceitos, a sexualidade e a sensualidade na contemporaneidade e na terceira idade. Este último tema foi o mais sensível de se trabalhar, pela dificuldade que existe nas pessoas que estão nesta faixa etária em perceberem a beleza que nelas existe, sendo esta dificuldade reforçada na sociedade pelo conceito estereotipado de beleza, circunscrito a uma faixa etária mais jovem. Os alunos, todos acima de 65 anos, despiram-se de pré-conceitos e aceitaram o desafio de posar para as lentes de um fotógrafo profissional, com o intuito de mostrar à sociedade a beleza que transcende padrões e estigmas. Todos os profissionais envolvidos: terapeuta ocupacional, fotógrafo, maquilhador e designer gráfico trabalharam voluntariamente, por acreditarem que este projeto pode contribuir para uma mudança de paradigma social diante do envelhecimento e do corpo que envelhece. Convidamo-lo a despir-se também de pré‑conceitos e a ver a beleza existente na diversidade humana. 

Entrada gratuita



Ficha Técnica

Fotógrafo: Carlos Teles
Organizador: Patrícia Marques

Inauguração a 25 de janeiro de 2018 às 21:00
Até 19 fevereiro de 2018
Galeria ACERT

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Barreiro - Exposição “Lenços de Amor e Afetos”



Exposição “Lenços de Amor e Afetos”

De 16 de fevereiro a 9 de março, está patente, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, a Exposição “Lenços de Amor e Afetos”, da responsabilidade da Formadora Brázia Monteiro e dos alunos da Universidade da Terceira Idade do Barreiro.

A inauguração tem lugar no dia 16 de fevereiro, pelas 15h00.



CMB 2018-02-07

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Exposição de Ilustração e Pintura de Evelina Oliveira - “Histórias Cruzadas com Palavras”


Exposição de Ilustração e Pintura de Evelina Oliveira
“Histórias Cruzadas com Palavras”

A Exposição de Ilustração e Pintura “Histórias Cruzadas com Palavras”, de Evelina Oliveira, inaugura no dia 18 de fevereiro, pelas 17h00, no Auditório Municipal Augusto Cabrita. A mostra está patente até dia 20 de maio no Piso 0 – Galeria Azul.

“A Natureza das Coisas ou A Natureza de Evelina Oliveira”
As Ilustrações de Evelina Oliveira contêm toda uma carga de performatividade que as liga indissoluvelmente a uma ideia de movimento, ação, conflito e materialização de forças invisíveis; são uma criação individual, mas existem para ser apreciadas por todos. Nelas lemos sentimentos e emoções de todo o tipo que nos devolvem imagens de nós próprios, quer enquanto seres individuais e únicos, quer enquanto sociedade que partilha um património mental, espiritual e material comum.
Evelina mostra-nos, nesta exposição, uma obra cheia de viagens por outros mundos e com uma enorme capacidade de efabulação. O resultado está ao alcance dos nossos olhos, das nossas mãos e da nossa sensibilidade. Refiro-me às maravilhosas metáforas visuais a que a artista nos tem acostumado, mas também à enorme versatilidade que caracteriza essas metáforas e que é transversal a toda a sua obra. Evelina Oliveira desenha, pinta, corta, cola, inventa texturas.... e também entra, com um domínio perfeito, no universo do tridimensional, quer na construção das personagens, quer na sua execução artística, e o exemplo disso é esta exposição, que nos faz entrar em mundos mágicos e abraçar a natureza das coisas que estão para além do que os nossos olhos vêm.
Adélia Carvalho
CMB 2018-02-06

Exposição “História da Escrita no Baixo Alentejo”


Exposição “História da Escrita no Baixo Alentejo”



Até 25 de fevereiro está patente no Núcleo Visigótico do Museu Regional de Beja a Exposição “História da Escrita no Baixo Alentejo”

O Museu Regional de Beja e a Câmara Municipal de Beja inauguram amanhã, dia 6 de fevereiro, pelas 18:00h, no Núcleo Visigótico do Museu Regional de Beja (Igreja de Santo Amaro), a exposição “História da Escrita no Baixo Alentejo”. Esta exposição é uma iniciativa da Rede de Museus do Baixo Alentejo, que integra a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), e pretende mostrar a evolução da escrita, neste território, ao longo da história.

No sudoeste peninsular a escrita desenvolve-se há mais de 2500 anos sendo que, na sua génese, esta se encontra quase exclusivamente nos monumentos funerários. Os primeiros sistemas de escrita surgem no Oriente há mais de 5000 anos. No entanto, o nosso alfabeto tem a sua origem no Fenício, criado há cerca de 3000 anos, o que propiciou o desenvolvimento neste território, especialmente no sul do Alentejo e Algarve, de uma escrita designada como “escrita do sudoeste”. O Império Romano vem introduzir grandes transformações e deixa importantes marcas, não só nos vestígios arqueológicos e nos objetos, como também na escrita com a introdução dos carateres latinos. Posteriormente, a extensão do domínio islâmico ao Al-Ândalus deixou importantes vestígios que não se resumem só aos suportes em pedra mas se encontram também noutros materiais como a cerâmica e o osso, sendo a maior parte dos textos marcados por um forte conteúdo religioso, transcrevendo com frequência passagens do Corão.

No Mundo Moderno, a escrita ganha novos suportes e inventa-se a imprensa o que permite revolucionar a difusão da informação e replicação dos documentos. No entanto, ao longo dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX, a maioria dos documentos, públicos ou privados, são ainda manuscritos. Nos séculos XIX e XX divulga-se progressivamente a máquina de escrever e a escrita ganha uma maior uniformidade e rapidez de produção assistindo-se, na segunda metade do século XX, a um tremendo avanço tecnológico onde o suporte material dá lugar ao suporte virtual.

A exposição estará patente ao público até ao dia 25 de fevereiro de 2018, de segunda a sexta feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:00h às 17:00h.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Barreiro - Exposição “Afetos em Postais”


Exposição “Afetos em Postais”

A Mostra de Bilhetes Postais “Afetos em Postais”, do Colecionador Hélder Martins, está patente na Biblioteca Prof. José Esteves e Espaço Entregerações, do Convento Madre de Deus da Verderena, de 5 a 28 de fevereiro.

Esta mostra, integrada nas comemorações do Dia dos Namorados, está patente, nos dias úteis, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

No dia 14 de fevereiro, às 15h00, com a participação do colecionador, haverá um debate sobre o tema.
Ambas as iniciativas têm entrada livre.


CMB 2018-01-29

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Exposição de Ilustrações de Nuno Saraiva “As Festas e Festinhas” no AMAC



Inauguração no dia 27 de janeiro, pelas 17h00, no AMAC
Exposição de Ilustrações de Nuno Saraiva “As Festas e Festinhas”

O Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) recebe, de 27 de janeiro a 24 de março, a Exposição de Ilustrações de Nuno Saraiva “As Festas e Festinhas”. A mostra, patente na galeria vermelha (Piso 0) inaugura no dia 27 de janeiro, pelas 17h00.
Como Ilustrador Editorial, é colaborador em praticamente toda a imprensa escrita portuguesa, com destaque para os semanários O Independente, Expresso, Sol, Record, Público e Time Out Lisboa. É autor das ilustrações para as FESTAS DE LISBOA'14, '15, ’16 e ’17.
Autor, com Júlio Pinto, da série em banda desenhada "Filosofia de Ponta" (editora Contemporânea e Circulo de Leitores), "Arnaldo o Pós Cataléptico" e "A Guarda Abília" (editora Contemporânea) e, a solo, de "Zé Inocêncio, as aventuras Extra Ordinárias de Um Falo Barato" (Editora Baleia Azul), "GNR", série pop-rock português (Edição A Bela e o Monstro), entre outros livros.
Nos últimos anos, publicou com João Miguel Tavares "A Crise explicada às crianças" (Esfera dos Livros), com recente versão grega (Patakis Publications); foi autor, com Paula Cardoso, da coleção de cromos da caderneta "Eusébio - a vida e a carreira"; ilustrou o livro "Caríssimas 40 canções - Sérgio Godinho e as canções dos outros" (edições Abysmo); ilustrou o conteúdo do jogo de tabuleiro "Vem aí a Troika", com versões em português (Tabletip Games), espanhol (Devir Ibéria) e grego (CDC); "Isto é um Assalto", com Francisco Louçã e Mariana Mortágua (editora Bertrand), e “Aníbal Milhais - o soldado Milhões”, texto de José Jorge Letria (Editora Pato Lógico).
O seu livro "Tudo isto é Fado!", uma coprodução Sol, CML/EGEAC e o Museu do Fado, foi galardoado com o prémio “Melhor livro de BD 2016” atribuído pelo Festival internacional de BD Amadora.

É Jurado dos Programas de Apoio ao Cinema, no Subprograma de Apoio à Produção, na modalidade de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas – Categoria de Curtas-Metragens de Animação de 2015; Subprograma de Apoio à Escrita e ao Desenvolvimento de Obras Cinematográficas 2016; Subprograma de Apoio à
 coprodução com países de língua portuguesa 2016.

Na Ar.Co, escola de artes e comunicação, leciona desde 2001, no curso de Ilustração/Banda Desenhada, várias disciplinas relacionadas.

Por iniciativa da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, tem pintado vários murais em Alfama e Mouraria.

Participa na coleção “Sardinha by Bordallo” com a sua Sardinha do Golaço, comemorativa do feito campeão da nossa seleção no Euro 2016.

O seu mais recente trabalho individual, "Fado do Malhoa, o pintor fino da Mouraria" (EGEAC e Museu do Fado), será lançado ainda este ano.

Vencedor do Concurso Bolsas de Criação Literária 2018, DGLB/MC.
CMB 2018-01-19

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

ACERT - Exposição - CATRE Esculturas de Nico Nibiola




CATRE 
Esculturas de Nico Nibiola
Finta 2017


Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  6 de dezembro de 2017 às 21:00
Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  até 21 jan'18


Mural escultórico portátil de medidas variáveis 



Catre é uma imensa cama escultórica e fragmentada, um grande mural de lençóis e corpos, uma cama-mundo poética e contaminada, uma metáfora do mar que nos toca viver, onde os panos-ondas sustentam o desconcerto da nossa própria existência; o trapo com que lavamos a nossa auto-destruição; finalmente, coincidimos com o nosso próprio lixo no mesmo catre onde pretendemos descansar; impossível fugir desta dura realidade; o resultado da nossa tentativa não consegue melhorar a nossa vida; a pele ferida no edredão; a nossa (ir)responsabilidade acusa-nos; o nosso destino, está escrito?


Algumas reflexões sobre o meu trabalho
A liguagem do corpo contém uma espécie de mistério, um segredo denso e quase inesgotável que não tem nada que ver com a anatomia. O relevo interessa-me especialmente, porque se alimenta da perspetiva, que é um atributo do desenho que não existe na escultura e que traz um elemento de distorsão que me parece muito rico e expressivo. Suponho que o ritmo que me é imposto pelo talhar da madeira coincide de um modo muito exato com o meu ritmo mental, e por isso acabou por ser o meu meio habitual.
A policromia com lápis de cor traz uma certa vibração muito natural. É uma técnica muito económica, que descobri por acaso, e que tem uma lógica esmagadora.

Entrada gratuita


Ficha Técnica

Inauguração: 6 de dezembro de 2017 às 21:00